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Tudo sobre bradicardia: aprenda na videoaula de 2020.


E aí, olá pessoal! Tudo bom? Eu sou a Nide e esse é o Enfermagem Clássica. Na vídeoaula de hoje, nós estaremos estudando sobre bradycardia. Então, meu querido, inscreva-se em nosso canal, compartilhe esse vídeo com seus grupos de amigos e vamos nessa, né?
Me desculpe estar incomodando a essa hora, nossos queridos. Nossa aulinha de hoje vai ser simples, rápida e objetiva. Me segue lá também no Instagram: @alexsandrapontoanoepontog. Eu tô sempre interagindo com vocês lá.
E agora eu vou usar o conceito de bradycardia. Nós sabemos que o coração é um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Se esse coração não bombar o sangue, que é rico em oxigênio e outros nutrientes, de forma adequada para o resto do corpo, nós podemos ter ali uma falência de órgãos.
A bradycardia, pessoal, é conceituada como uma pulsação lenta, abaixo de 60 batimentos por minuto. Se você tem alguma dúvida em relação a sinais vitais e parâmetros normais, eu vou deixar o link aqui em cima. Esse cardzinho que está aparecendo aqui, clica nele que você vai aprender muito mais.
E quais são as causas, Anne, dessa bradycardia? É normal? Não, pessoal, não é normal. É uma pulsação abaixo do normal que pode levar a um comprometimento hemodinâmico e, em casos mais graves, evoluir para uma parada cardíaca.
Nós podemos classificar a bradycardia em dois tipos: bradycardia primária, que é onde ocorre uma disfunção intrínseca, ou seja, houve ali uma lesão do sistema de condução do coração e isso vai interferir lá na despolarização espontânea do marca-passo cardíaco e vai retardar o sistema de condução do coração. Já a bradycardia secundária, ela é resultante de fatores extrínsecos tanto de marca-passo do nó sinoatrial como sistema de condução também.
Entre as causas primárias, nós temos aí pacientes com quadro de cardiomiopatia, ou seja, estamos falando da figura de um coração que teve ele um aumento significativo no seu volume total e possui um bombeamento fraco. É a pulsação desse coração é lenta. Um coração grande e fraco.
Cardiomiopatia, ou seja, o miocárdio, músculo cardíaco, ele se torna inflamado e ampliado. Aumenta o volume desse músculo e o coração fica fraco. A sua função de bombear sangue para o corpo fica lenta e gradativamente comprometida.
No outro exemplo de bradycardia primária, a miocardite, lesão cirúrgica ou anormalidades congênitas, por exemplo, de marca-passo ou de sistema de condução cardíaco. Entre as causas de bradycardias secundárias, temos a acidose metabólica, hipotensão, hipotermia, hipercalemia (altos níveis de potássio no sangue, geralmente acima de 5,5 mil em mol por litro) e outras causas.
Por exemplo, o uso de certos tipos de drogas ou toxinas, como o uso dos bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta-adrenérgicos, o uso de succinilcolina, o uso de opióides, entre outros medicamentos. Por exemplo, nas crianças, a maior parte das bradicardias é de origem secundária.
A sua investigação, assim como a realização de medidas de intervenção, devem ser realizadas o quanto antes. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, e o tratamento consiste na avaliação específica de cada caso, na indicação médica para uso de medicamentos ou intervenção cirúrgica. Por isso, é sempre bom consultar o seu médico para maiores esclarecimentos.
Bradycardia é sinal de alerta. É uma anormalidade cardíaca que, fique claro. Entre os sintomas da bradycardia, nós temos falta de ar, dores no peito, confusão mental ou problemas de memória, cansaço durante atividade física ou até mesmo em repouso. A pessoa sente um cansaço em excesso, síncope, desmaio, tonturas também. Então, procure um médico. Todo cuidado é pouco, pessoal, quando se trata de problemas cardíacos.
Que Deus te abençoe e te abraço até a nossa próxima vídeoaula. Shalom.
Fonte: O que devo Saber? BRADICARDIA / Video-Aula 2020. por Anii G.